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Concedida a licença para início das obras no Cais Mauá

05/12/2017

Com significativa presença da classe política gaúcha, a prefeitura de Porto Alegre concedeu autorização para o início das obras no Cais Mauá em um evento na manhã desta terça-feira (5). A cerimônia de entrega da licença de instalação do empreendimento, no pórtico central do cais, contou com a participação do governador José Ivo Sartori, do prefeito Nelson Marchezan, além de ex-gestores como Germano Rigotto, José Fortunati e de uma série de secretários municipais, estaduais, deputados e vereadores - em uma demonstração do peso político e social atribuído à obra prevista para começar até março de 2018. — Esse é um marco histórico para todos os gaúchos — declarou o governador.

 

 

Às 11h45 min, quando a licença foi entregue após sete anos de tratativas e estudos envolvendo a revitalização do porto, Marchezan chamou diversos integrantes e ex-integrantes dos governos da Capital e do Estado para repassar o documento aos representantes da empresa Cais Mauá Brasil. Com a licença em mãos, a empresa vai formalizar o cronograma de obras com o governo estadual, responsável pelo contrato, e buscar as empresas que tocarão o serviço. — Daremos preferência às empresas gaúchas — garantiu a presidente da Cais Mauá Brasil, Julia Costa, durante o evento.

 

 

Marchezan destacou que a concessão da licença representa a abertura da Capital a investidores privados. — Não temos como oferecer serviços públicos de qualidade aos mais pobres sem contar com investimentos privados — disse o prefeito. Nelson Marchezan aproveitou para elogiar os "vereadores corajosos", entre outros políticos, que apoiaram o projeto ao longo do tempo. — A história não fala dos covardes.

 

Ele também aproveitou para criticar adversários do projeto. — Alguns poucos e barulhentos não queriam entregar o cais à população.

 

Julia Costa buscou um tom mais amistoso. — Os críticos nos ajudaram a aperfeiçoar o projeto.

 

A primeira fase de obras prevê o restauro de 11 armazéns e a construção de 10 praças, em dois anos, a um custo de R$ 80 milhões. As etapas seguintes preveem prédios comerciais e um centro comercial. O prazo total é de seis anos, e cerca de R$ 500 milhões deverão ser aplicados.

 

 

Por Gaúcha ZH.

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